A ideia de que eu não controlo a minha vida também sempre me irritou, como ao Neo, como demonstrado nesta cena de “The Matrix”.
Por isso mesmo, eu sempre dei uma outra interpretação ao conceito de Amor fati, em Nietzsche. Hoje, talvez eu tenha uma noção mais próxima ao original deste conceito.
Amor fati (amor ao destino): seja este, doravante, o meu amor.” Não quero fazer guerra ao que é feio. Não quero acusar, não quero nem mesmo acusar os acusadores. Que minha única negação seja ‘desviar o olhar’! E, tudo somado e em suma: quero ser, algum dia apenas alguém que diz sim.
A filosofia do Amor fati não é a filosofia do Neo, mas a filosofia do Cypher.
“Após nove anos, sabe o que percebi? A ignorância é maravilhosa”, Cypher.
Gloria Steinem já disse:
“O primeiro problema para todos nós, homens e mulheres, não é aprender, mas desaprender.”
Ensinar o aprendizado da Ignorância àqueles que conhecem a verdade da Matrix. Então este é o segundo problema.
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